A JSB de Passo Fundo, representada secretário de movimento universitário Romano esteve engajada na campanha de conscientização do trânsito seguro. Esta sem sido uma batalha constante da sociedade gaúcha no sentido da preservação da vida.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
JSB INICIA MOBILIZAÇÃO PARA O SEGUNDO SEMESTRE
Juventude Socialista Brasileira de Cachoeirinha, reuniu-se ontem, dia 02 de julho, contando com a presença do Presidente Municipal do PSB, José Luiz Stedille, e Presidente Estadual da JSB, Paulo Silveira, para descutir a organização do primeiro Encontro Estadual de Estudantes da JSB-GAÚCHA que será realiizado no município dia 15 de agosto, na sede do partido das 09:00hrs às 18:00 hrs. O encontro terá como publico alvo os estudantes Secundaristas e Universitários, e terá também, representantes da UBES e da UNE. Será discutido no mesmo, o Acesso a Universidade Pública e a Reconstrução da UERGS. O evento será Político e Cultural.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Agenda 21
Chamada para envio e seleção de textos da 3° edição da revista Agenda 21 e Juventude
Estão abertas as inscrições para o envio e seleção de textos da 3° edição da Revista Agenda 21 e Juventude. Podem se candidatar jovens de todo o Brasil, de 15 a 29 anos, que atuam na área sócio-ambiental. Os textos devem ter até 03 páginas e versarem sobre os seguintes assuntos:
Experiências de Agenda 21 na escola/ Com vidas: conquistas, desafios e propostas.
Interfaces entre processos de Agenda 21 locais e Agenda 21 nas escolas/ Com vidas
Agenda 21 e política Nacional de Juventude.
Maiores informações no link: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=18&idConteudo=8665
terça-feira, 24 de março de 2009
Fazer Movimento Estudantil com Seriedade

DIRETAS JÁ PARA REVITALIZAR!
Hoje o movimento estudantil vive um pragmatismo muito grande, enfrentamos um período muito difícil para a organização dos estudantes, com entidades afastadas das salas de aula, desacreditadas, desorganizadas e sem democracia interna. Por outro lado, os conservadores estão cada vez mais organizados. O sonho utópico da transformação da realidade que conduziu o movimento estudantil as grandes passeatas não é mais visto, parece que não mais reconhecemos a história de luta e coerência, a unidade e a combatividade na busca por trilhar os mais legítimos e nobres anseios de nosso povo.
Nós do Movimento DIRETAS JÁ para REVITALIZAR, cansamos de tudo isto, queremos sair da sala de aula e fazer acontecer. Acontecer de verdade, dar um passo pra mudar o mundo, e sem dar ouvidos para os que falam que isso não adianta de nada, que é perda de tempo. Será mesmo??? Temos dúvidas, se não adiantasse de nada a luta contra a ditadura, se não adiantasse de nada o Movimento Diretas Já, onde estaríamos hoje??? Na ditadura ainda talvez, sem poder escolher nossos representantes. É por isso que nos organizarmos para lutar é preciso. Levantar nossas bandeiras.
Nossa educação desde a básica ao ensino universitário virou mercadoria. O conhecimento não é produzido, ele é apenas repassado, jogado em cima dos estudantes, sem a menor preocupação com o aprendizado. Quem estudou em escola pública dificilmente chega a Universidade Pública... Tem mesmo é que ralar para conseguir pagar um curso numa privada, mesmo com o Prouni, vemos muitos estudantes fora da faculdade, simplesmente por que o ensino básico é tão ruim, que ele não tem preparo suficiente para alcançar o mínimo da prova. A Universidade que tanto ralamos para entrar é reflexo do sistema capitalista dominador: excludente e mercadológica.
O tripé, base da Universidade a tempos não funciona. O Ensino precário, não dá bases para o diálogo com a comunidade, dessa forma os estudantes com muita vontade de colocar o que aprenderam em sala de aula como soluções para os problemas de nosso país quase nada pode fazer sem o incentivo das Universidades de promover a interação com a sociedade através de projetos. A pesquisa então nem se fala, vai aos trancos e barrancos se auto sustentando, com ajuda do financiamento privado... O governo pouco investe no que um dia poderia ser utilizado. Esses são alguns motivos para mostrar que lutar é preciso. É por isso que fazemos movimento estudantil, para lutar pelo bem coletivo, pra lutar pra mudar a Universidade.
Queremos luto isso, mais de forma organizada. Já estamos em algumas entidades, mais não buscamos apenas ganhar eleições, queremos é lutar para garantir conquistar reais, levar as entidades estudantis de novo para perto dos estudantes. Por que as grandes lutas se iniciam antes das grandes passeatas. Ela se inicia nos corredores das Universidades e das escolas, no dia a dia de dificuldades, em cada conquista, em cada novo integrante que vem para o Movimento. E é isso que nós queremos, uma galera consciente, que saiba que vale a pena lutar, num movimento presente na sala de aula, no contato direto com as bases. Somos o Movimento DIRETAS JÁ para REVITALIZAR. Estamos na UNE, UEEs, CAs, e nos apresentamos como um movimento de lutas, com estudantes que querem mudar os rumos do país, a começar pela nossa Universidade.
*Márcia Rebeca - Vice Presidente da UNE
Pedro Moura - Secratário Geral da UBES
quarta-feira, 18 de março de 2009
Declaração de Conjuntura
A oportunidade da crise
A Juventude Socialista Brasileira vê este como um momento delicado, porém extraordinário, pois, são raros os períodos históricos em que pressupostos, dogmas e preconceitos são realmente colocados em xeque, não apenas pelo raciocínio ideológico, mas também, e sobretudo, pela apreensão e consciente da realidade objetiva.
Na mesma medida em que se mostram - ou se comprovam - falidas as premissas que sustentaram o falso consenso neoliberal; pode ser determinada a urgência que se coloca para nós, os socialistas, de apresentarmos um programa claro, capaz de unir o coro dos descontentes em torno de transformações efetivas.
De fato, é inegável que esta crise, como muitas outras registradas na memória e na história, são, como diria Marx, fenômenos inerentes - e necessários - à sobrevivência do sistema capitalista. Entretanto, as proporções e fundamentos da crise da hora, aliados ao aprofundamento da desigualdade e da degradação predatória do planeta - também marcas fortes do atual período - apontam para a possibilidade concreta de superação do capitalismo, ou seja, para o tão esperado fim de um ciclo (o qual muitos interpretaram como o fim da história) e para a tão sonhada possibilidade concreta de construção de uma alternativa viável e sustentável, ou seja, necessariamente uma alternativa de cunho socialista.
Falamos de alternativa, por concordarmos com a professora Margarida Vieira quando categoricamente afirma que o socialismo não é um dogma, e sim uma civilização: uma atitude fundamental em relação aos graves problemas que enfrentamos enquanto humanidade. Resgatamos essa assertiva para deixar claro que não pretendemos impor qualquer modelo que seja. Isso por que compreendemos as experiências históricas e modelos teóricos dos socialistas e comunistas como exemplos, a serem compreendidos; e nunca transpostos para a realidade histórica contemporânea, a qual requer respostas próprias, capazes de transformar as premissas da igualdade, da justiça, da sustentabilidade e da democracia em um programa claro, que possa conduzir a luta pela emancipação dos homens e mulheres em escala global.
Mesmo reafirmando a escala global desta luta planetária, rechaçamos a imposição de um modelo ou mesmo uma cartilha única. Vemos o socialismo como premissa, que incorpora valores como igualdade, justiça, democracia, diversidade e sustentabilidade, mas que precisa ser construída de maneira diversa em realidades diferentes.
Dito isso, reafirmamos a urgência da reflexão sobre um programa socialista que faça frente às saídas continuistas que estão postas para o contornar a crise econômica. É nossa, dos socialistas, a responsabilidade de alertar para o obvio, ou seja, que a crise atual é muito mais que uma marola ou mesmo uma quebradeira do mercado imobiliário ou do de crédito estadunidense, é uma profunda crise do sistema capitalista, que denota a inviabilidade do atual modelo de consumo irracional, de exploração, segregação e opressão extrema e de degradação progressiva dos recursos naturais e ambientais. É uma crise que põe em xeque fortes pilares de sustentação do capitalismo.
Diante dessa realidade fica claro que saídas que não contemplem a desconstrução destes pilares, serão sempre fantasiosas, limitadas e insuficientes.
Não adiantará liberar ainda mais crédito para financiar o consumo, nem tampouco injetar dinheiro público para salvar bancos e demais empresas falidas se não forem questionadas as raízes deste momento, ou seja, se uma nova consciência global não emergir como reação consciente de uma humanidade que está desafiada a repensar as relações entre homens e mulheres e também as relações destes e destas com este planeta inundado de vida. Vida essa que - irracionalmente, uma vez alienados pela ideologia burguesa - nos empenhamos em limitar e destruir.
É importante repensar, por exemplo, no imediato, a questão das relações trabalhistas, à luz das recomendações da OIT, com a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, pois, é absurdo que o preço desta crise seja pago por trabalhadores e trabalhadoras que são, pela natureza do sistema capitalista, sempre vítimas da relação capital-trabalho com hegemonia do capital.
É momento também de questionar os níveis de produção e consumo em escala global, buscando frear o impacto degradante da vida humana no planeta.
Trazemos a tona este debate, reconhecendo nossa responsabilidade com a formulação de alternativas, mas compreendendo, fundamentalmente, que este debate precisa ser amplo, envolver a totalidade dos e das Socialistas e anticapitalistas em geral e, especialmente, daqueles e daquelas que estejam dispostos e dispostas a encarar o desafio de construir um novo pacto global pela vida, em sua plenitude.
É, portanto, o socialismo, para nós, uma construção, na qual nossa principal tarefa é convocar a todos e todas para a reflexão e para a ação. Só a combinação destes dois fatores sustenta essa construção, a construção do novo socialismo, daquilo que se convenciona chamar Socialismo do século XXI.
Um socialismo que, além de socializar os meios de produção e cumprir seu compromisso histórico com esta geração de seres humanos, sabe que seu compromisso é mais amplo e, por isso, precisa repensar a própria produção e o consumo, cumprindo um compromisso ainda maior com a vida, que precisa ser assumido por homens e mulheres de hoje e do amanhã, portadores que são do dom da consciência e, portanto, responsáveis que são com toda a vida na terra.
Mesmo diante desta tarefa, a de mobilizar pessoas para a reflexão e ação, é preciso que os socialistas repensem suas práticas, ou seja, se aproveitem das maravilhosas possibilidades de interação e construção política que se abrem com as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação. Possibilidades que dizem respeito à radicalização da transparência - re-oxigenando a política; a potencialização da interatividade - minando o individualismo; e ao amadurecimento de uma agenda política global e diversa, construída de uma forma coletiva que até bem pouco sequer poderia ser imaginada.
Somente esta agenda pode sustentar uma ação política efetiva em prol da transformação. É preciso dar um aviso aos navegantes dos mares do determinismo: o de que a história não é produto da vontade, ou mesmo da crença de atores políticos, mas sim da ação e interação de homens e mulheres conscientes ou não, irmanados ou não em um projeto comum. Portanto, não vale anunciar o fim do capitalismo ou mesmo do liberalismo econômico (neo ou não) como produto líquido e certo desta ou de qualquer outra crise.
Primeiro porque o capitalismo traz uma alta capacidade de se renovar diante das crises, mesmo que para isso se aprofunde ainda mais a exploração e o abismo da desigualdade entre humanos ou mesmo que se acene com avanços pontuais ou até mesmo simbólicos, mas sempre superficiais e nunca capazes de gerar fissuras em seus pilares de sustentação, como é o caso da eleição do Obama nos Estados Unidos da América do Norte, talvez o maior símbolo hoje da vontade capitalista de se renovar, ganhar fôlego e garantir sua vitalidade.
Depois porque sem ação socialista, sem programa socialista, crise alguma germinará socialismo como produto ou conseqüência. Lembremos que caos, barbárie ou até mesmo hecatombe universal são resultados não só possíveis como prováveis diante da ausência ou ineficiência de uma alternativa socialista.
Desta reflexão concluímos que o momento é propício para o enfrentamento político-ideológico ao sistema capitalista, porém, este enfrentamento só será viável se o socialismo, enquanto movimento, tenha a capacidade de se renovar e se mostrar viável, desconstruindo pré-conceitos e pechas que lhes foram historicamente impingidos e valorizando experiências inovadoras e de resistência que são levadas a cabo hoje, especialmente na América Latina.
Assim vemos os ascensos do movimento mudancista na América Latina, especialmente a experiência de Venezuela e Bolívia, que, no mínimo, nos mostra a vitalidade da luta anticapitalista e nos revela o potencial e os percalços de uma trajetória de transformação experimentada por dentro da hegemonia capitalista. Para a esquerda brasileira esse debate deve ser muito caro, uma vez que o Brasil exerce um papel estratégico na região, mas também deve ser objeto de nossa observação ativa e vigilante.
Também não há como pensar em socialismo no século XXI sem analisar profundamente a trajetória da revolução cubana, a qual se configurou no maior patrimônio ideológico dos socialistas há 40 anos. Sobre Cuba nos associamos ao companheiro Roberto Amaral quando homenageou a revolução cubana no XI Congresso Nacional do PSB: “Nós aprendemos com a sua dignidade, nós aprendemos com a sua força, nós aprendemos com a sua resistência, e nós diariamente nos alimentamos com seu exemplo. Enquanto Cuba estiver de pé, com ela e com seu povo, estará de pé e circulando o sangue latino-americano”.
Não se sustenta o bloqueio imposto a Cuba, é a síntese da sanha imperialista em negar a viabilidade de alternativas à hegemonia do capital. A luta pelo fim do bloqueio é uma luta dos socialistas, especialmente dos socialistas da América Latina.
Uma outra responsabilidade dos Socialistas da América Latina é manter um intercâmbio permanente e fortalecer a integração da região latino-americana, especialmente nesse momento em que as forças progressistas e de esquerda estão em ascensão na maior parte dos países da região: Equador, Nicarágua, Paraguai, Argentina, Chile... De fato, há uma nova configuração política em marcha na América Latina e este processo nos fornece experiências valiosas que precisam ser interpretadas quando da construção do socialismo.
Mesmo assim, diante da diversidade de posturas políticas adotadas pelos partidos de esquerda em cada país, é preciso reafirmar o compromisso dos socialistas com a democracia, não com a democracia representativa burguesa, mas com a radicalização da democracia, que é um valor em si mesma, como estratégia para a emancipação política das pessoas. Nesse sentido, são de suma importância a realização de plebiscitos e referendos, mas também, o fortalecimento dos espaços de participação, a criação e o funcionamento de conselhos e outros lugares de exercício da democracia.
Diante desta estratégia de radicalização da democracia, outra necessidade é trazida a tona: a de promover a livre circulação de informações e garantir o direito humano à comunicação, entendida não apenas como audiência, mas como interação, troca de informações. A informação é fundamental para permitir escolhas conscientes por parte dos seres humanos, não há cidadão ou cidadã emancipado/a sem o acesso livre às informações disponíveis e sem a possibilidade de produzir conteúdo, disseminar informações, exercer a comunicação em sua plenitude.
Portanto, a luta pelo fim do monopólio privado dos meios de comunicação é de cunho estratégico para a democracia. É preciso rever a concentração de poder midiático que se produziu em escala global e que, em nossa região, se aprofundou com o período de exceção experimentado na segunda metade do século passado, onde o monopólio da comunicação foi potencializado como objetivo estratégico para a manutenção do poder ditatorial. Porém, além de combater este monopólio também é necessário investir nas capacidades das pessoas para que cada vez mais se tenha informação sendo produzida por fontes cada vez mais diversas.
Essa questão da comunicação é fundante para a estratégia de ampliação da participação política das pessoas, especialmente dos jovens. É verdade que este é um momento marcado por uma cultura política que, de tão desconectada da linguagem e dos códigos desta geração e de tão imersa em práticas pragmáticas, despolitizadas e patrimonialistas, afasta cada vez mais o e a jovem dos processos decisórios da sociedade; mas a reversão desse processo é possível e passa pela transparência na política o que depende, fundamentalmente, do fortalecimento da capacidade comunicativa da juventude.
Esses são desafios globais, são tarefas que se colocam diante daqueles que ainda acreditam que a história não acabou e que é possível construir uma consciência global que, progressivamente, se traduza em um pacto global pela vida, pela igualdade, pela democracia, pela justiça, pela manutenção da paz e pela autodeterminação dos povos. Nós, os socialistas, não nos furtamos a enfrentar nenhum deles, mas sabemos que, pela dimensão própria dos mesmos, são desafios, na verdade, de toda a humanidade, desafiada que está, a permanecer inerte ou a construir sua sobrevivência global.
Executiva Nacional da Juventude Socialista Brasileira.
Conselho Político Nacional Juventude Socialista Brasileira.
Brasília – DF, 15 de março de 2009.
terça-feira, 10 de março de 2009
Executiva da Juventude Socialista se reune.
No ultimo sábado a executiva da JSB esteve reunida na sede do PSB. O motivo foi deliberar sobre o cronograma de atividades para o ano de 2009. Inicialmente foi decidido que:
Sempre pelo menos dois membros da executiva da JSB estarão participando dos encontros regionais, com o objetivo de mapear nossos militantes por região. Da mesma maneira aquele que for irá munido de algum material afim de subsidiar o debate.
Será reunido material para elaboração de uma cartilha da JSB, já sendo feita a responsabilização de cada militante por determinado texto. A idéia é entrega dos textos até o final do mês de Março
Foi aprovada a idéia da JSB propor a criação de secretarias, coordenadorias ou conselhos de Juventude nos municípios onde o PSB possui prefeito ou vice, ou ainda cenários de protagonismo na política.
Em mesmo sentido foi debatida e aprovada proposta de ação da JSB denominada “ Juventude pela Vida” uma idéia de linkar a ação da JSB com companhas pró-ativas de preservação da vida ( segurança no trânsito, sucessão rural e desenvolvimento sustentável, cadastro de doadores de medula óssea e sangue, etc)
Aprovada também a necessidade de realização de um seminário de formação política após a realização dos Seminários regionais.
Aprovado também o estímulo e preparo ao lançamento de candidaturas da JSB para Deputado Federal e Estadual afim de auxiliar o PSB no preenchimento das chapas.
Estiveram presentes: Jefferson Allan Muller ( Igrejinha), Paulo Ricardo Silveira ( Gravataí), Márcio Vidal ( Porto Alegre), Mariane Bruck ( Itaqui), Maicon Machado ( Pelotas), Luiz Romano Pansera ( Passo Fundo), Matheus Simas ( Santana do Livramento), Márcio Nascimento ( Rio Grande) e Marquinhos Ribeiro ( Cachoeirinha).
quarta-feira, 4 de março de 2009

Estivemos na semana passada em reunião com o Prefeito da cidade de Cachoeirinha, Vicente Pires do PSB, parabenizando-o pelo excelente resultado eleitoral e reinterando a disposição da JSB em contribuir para que este administração seja marcada por ações que dialoguem de forma firme com políticas públicas de juventude.
Durante o encontro o prefeito reiterou a necessidade de incentivar o protagonismo do jovem, afim de que perceba que deve ter uma postura próativa na política. Fruto desta necessidade, confirmou que será criada uma coordenadoria de Juventude na cidade.
Durante o encontro o prefeito reiterou a necessidade de incentivar o protagonismo do jovem, afim de que perceba que deve ter uma postura próativa na política. Fruto desta necessidade, confirmou que será criada uma coordenadoria de Juventude na cidade.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Juventude Socialista Brasileira do RS!
EDITORIAL PARA MATERIAL DA CARTILHA
O Partido Socialista Brasileiro (PSB) se mantém desde tempos na vanguarda do debate dos diferentes movimentos de juventude, seja atuando dentro das estruturas do movimento estudantil, como na União Nacional dos Estudantes (UNE), na União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), seja na base, politizando e transformando a realidade através de nossa militância nos diferentes CA,s Das e Grêmios estudantis. Estivemos presentes na derrubada da ditadura, na campanha do petróleo é nosso, nas ruas pedindo “fora Collor”, conquistamos a UERGS e lutamos permanentemente pela construção cotidiana da liberdade e da igualdade.
Vivemos hoje, entretanto, uma situação de profundo paradoxo. Os tempos de liberdade e de democracia política, conquistada após duros embates, trouxeram consigo também a apatia que aprisiona os jovens numa perspectiva individualista da existência. Persiste ainda um sistema de ensino alienante, massificante e autoritário. O jovem é treinado para a competição, para o consumismo sem freios que não dialoga nem se coaduna com as limitações ecológico-ambientais do planeta. Enquanto jovens queremos construir atitudes transformadoras e emancipadoras, sentimos a necessidade de pensar novos rumos para o mundo que nos cerca, com socialismo e solidariedade, contra o rolo-compressor que tenta nos esmagar no dia-dia, contra o tédio e lamúria dos indiferentes.
Grande parte dos jovens brasileiros rejeita a política, se dizem apolíticos sem nem saber que a política envolve todas as coisas do seu cotidiano: Por outro lado vêem com bons olhos atitudes de preservação do meio-ambiente, preservação da vida, e da ampliação dos horizontes culturais. Acreditam que na política só existe sujeira, jogo de interesses e pouca preocupação com a população. Esquecem que fazer este jogo, da não participação é a forma mais cabal de concordar com o status quo , de deixar as coisas como estão. Afirmamos então que toda atitude de transformação é uma atitude política, pois dialoga com a mudanças nos modos de pensar e agir. Pequenas bandeiras (culturais, ecológicas, de segurança, desenvolvimento sustentável,etc) se unem na luta pela transformação de um modo de vida capitalista, que exclue parte de nossos jovens do uso e gozo dos bens da vida. O correr da vida que muitas vezes nos embrulha, está apenas a nos exigir coragem para mudar!
Em resposta a isto nós, militantes da JSB acreditamos no poder de mobilização e transformação da Juventude Brasileira. Não aceitamos o comodismo, denunciamos a estagnação. Queremos atrair o máximo possível de jovens para a participação nos diferentes movimentos de Juventude. Novos horizontes se abrem quando pensamos nas possibilidades e diálogos trazidos pelos conselhos municipais de Juventude, ONGs, OSCIPS, Sindicatos, fundações e demais entidades que militam pela causa do trânsito seguro, da manutenção das florestas, do acesso ao ensino, da reforma universitária, da ampliação do pró-jovem, da sucessão rural e toda uma gama de novas lutas e diálogos, que refletem a pluralidade do cotidiano da vida dos jovens como ela é.
Rejeitamos este mundo da forma como ele está, rejeitamos os estereótipos, queremos trazer para centro do debate político este conjunto de pequenas lutas, que refletem em nossa concepção a perene impossibilidade do modo de produção capitalista em responder com plenitude aos anseios de vida. Rejeitamos a opressão do homem como única certeza destes tempos. Queremos moldar uma nova realidade, mas sem utilizar os velhos moldes e formas pré-concebidas. Queremos ser novos homens e novas mulheres. Acreditamos em nossos sonhos! Ousamos o diferente! É hora do socialismo!
VENHA MILITAR NA JSB
Diretoria JSB/RS
Secretário Geral: Jefferson Allan Müller- Igrejinha
Presidente: Paulo Ricardo Silveira- Gravataí
Vice-presidente: Valesca Lopes- Cruz Alta
Secretário Geral: Maicon Machado- Pelotas
Secretária de Comunicação: Mariane Bruck- Itaqui
Secretário de Mobilização: Márcio Santos- Porto Alegre
Secretário de movimento estudantil universitário: Luiz Romano Pansera de Araújo - Passo Fundo
Secretário de movimento estudantil secundarista: Marquinhos Ribeiro- Cachoeirinha
Secretário de formação: Matheus Simas- Santana do Livramento.
Presidente: Paulo Ricardo Silveira- Gravataí
Vice-presidente: Valesca Lopes- Cruz Alta
Secretário Geral: Maicon Machado- Pelotas
Secretária de Comunicação: Mariane Bruck- Itaqui
Secretário de Mobilização: Márcio Santos- Porto Alegre
Secretário de movimento estudantil universitário: Luiz Romano Pansera de Araújo - Passo Fundo
Secretário de movimento estudantil secundarista: Marquinhos Ribeiro- Cachoeirinha
Secretário de formação: Matheus Simas- Santana do Livramento.
Assinar:
Postagens (Atom)

